Em extensa entrevista ao site Rock, Paper, Shotgun, Ken Levine, da Irrational, detalhou o papel assumido pela personagem Elizabeth em BioShock Infinite, que terá versões para PlayStation 3, Xbox 360 e compuadores.
Segundo Levine, o time de desenvolvimento da Irrational teve várias discussões sobre como as pessoas interagem quando uma está em grande perigo e como certos momentos evocam sacrifícios no processo de criação de Elizabeth.
"Elizabeth quer controlar seu próprio destino e ela preferiria morrer a perder esse controle," explicou. "Achamos que isso uma ideia pela qual as pessoas teriam simpatia, mas também achamos que sacrifícios rapidamente constroem ligações entre as pessoas. Pessoas sacrificando-se por outras criam conexões fortes rapidamente, e a demo de Infinite é um microcosmo do jogo completo nesse sentido. É sobre o que os personagens sacrificam um pelo outro.

"Então, claro, Elizabeth precisa ser legal, engraçada e charmosa. Ela não pode ser chata. Então há diferentes níveis de decisões que precisaram ser feitas para que isso funcionasse. Ela está lá para te ajudar ao longo do jogo. Ela faz de sua vida melhor. Ela pode jogar munição para você, apontar para inimigos, emocionar os jogadores, e ela é muito 'centrada em você'. Você não é obrigado a tomar conta dela da forma que você faria em uma missão de escolta."
De acordo com Levine, Elizabeth terá grande impacto no que acontecerá no jogo em várias escalas, e não aparecerá apenas durante os momentos narrativos deste. "Queremos que ela tenha impacto no que está acontecendo o tempo todo," disse. "Então, ela faz o que são essencialmente rituais de invocação. Elizabeth possui várias invocações. Ela pode mudar a geometria dos cenários, o número de inimigos, as armas que você têm, se há turrets. Você tendo algum controle sobre isso, achamos, seria muito interessante."
BioShock Infinite será lançado em 2012.
Segundo Levine, o time de desenvolvimento da Irrational teve várias discussões sobre como as pessoas interagem quando uma está em grande perigo e como certos momentos evocam sacrifícios no processo de criação de Elizabeth.
"Elizabeth quer controlar seu próprio destino e ela preferiria morrer a perder esse controle," explicou. "Achamos que isso uma ideia pela qual as pessoas teriam simpatia, mas também achamos que sacrifícios rapidamente constroem ligações entre as pessoas. Pessoas sacrificando-se por outras criam conexões fortes rapidamente, e a demo de Infinite é um microcosmo do jogo completo nesse sentido. É sobre o que os personagens sacrificam um pelo outro.

"Então, claro, Elizabeth precisa ser legal, engraçada e charmosa. Ela não pode ser chata. Então há diferentes níveis de decisões que precisaram ser feitas para que isso funcionasse. Ela está lá para te ajudar ao longo do jogo. Ela faz de sua vida melhor. Ela pode jogar munição para você, apontar para inimigos, emocionar os jogadores, e ela é muito 'centrada em você'. Você não é obrigado a tomar conta dela da forma que você faria em uma missão de escolta."
De acordo com Levine, Elizabeth terá grande impacto no que acontecerá no jogo em várias escalas, e não aparecerá apenas durante os momentos narrativos deste. "Queremos que ela tenha impacto no que está acontecendo o tempo todo," disse. "Então, ela faz o que são essencialmente rituais de invocação. Elizabeth possui várias invocações. Ela pode mudar a geometria dos cenários, o número de inimigos, as armas que você têm, se há turrets. Você tendo algum controle sobre isso, achamos, seria muito interessante."
BioShock Infinite será lançado em 2012.
Fonte: Rock, Paper, Shotgun
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